quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Volta e Meia

"Volta e meia e eu finjo que te esqueço, volta e meia, viras tudo do avesso, mas...se volta e meia for aquilo que eu te peço, troca-me as voltas e vê...
Volta e meia e eu finjo que te esqueço, volta e meia, viras tudo do avesso, mas...se volta e meia for aquilo que eu te peço, troca-me as voltas e vê...o que acontece!"


quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Só uma palavra...

Jaasuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuss................!

Não sei porquê, mas quando vi esta foto lembrei-me de uma amiga minha..!
Há gajas com sorte não há?
Ou será azar?!...
Hummm...


terça-feira, 21 de novembro de 2017

Despida

"Sabes que mais?
Despi-me.
Despi o corpo de culpa.
Passei  metade da vida a tentar ser correta, a querer ser ponderada, a exigir[me] ser leal.
Vesti-me com os melhores valores, rodeei-me das melhores práticas e fiz, quase sempre, a aposta certa.
Se nunca falhei? Claro que sim. Falhei. Falhei demasiadas vezes. As vezes necessárias para me fazer levantar, para limpar as feridas e seguir em frente. Seguimos sempre em frente, não é? Com mais ou menos mazelas, mas somos dos duros. Dos que não vergam. Dos que acreditam que o bem irá sempre triunfar. E por isso seguimos.
Fui eximia no sentir. Senti sempre em doses exageradas. O que sinto hoje é na exacta proporção do que sei que vou sofrer amanhã. Sempre foi assim. E desconfio que já não irá mudar.
No entanto, hoje, descobri - como quem descobre uma fórmula de que há muito estava à espera - que fui assim, durante este tempo todo, mais pelos outros do que por mim.
Somos leais com os outros, sentimos pelos outros.
Sabes que mais?
Cansei!
Cansei de não ir porque não é correto, de não fazer porque não é sensato, de não sentir para não magoar.
Despi-me de culpas. Deixei-as lá fora. Despi-me das culpas que carregamos. Não faço porque...Mas eis que, agora, apetece-me fazer, apetece-me ir e apetece-me sentir [me].
Eu. Agora, eu, porra! Sem culpas.
Talvez me digas: «Já não tens idade para ser rebelde.»
E eu talvez te responda: «O que eu não tenho idade é para continuar a não viver.»
Despi o corpo de culpas.
E talvez o dispa de roupas também.
Ou talvez dispa a alma.
Com calma.
Talvez vá.
Talvez faça. 
Talvez seja.
E talvez [me] veja.
E se te parecer desconexa, insana.
Se te deitar na minha cama, se te desejar mesmo sem te querer.
E se te parecer mais solta e menos ponderada.  
Mais desprendida, menos apaixonada.
Não te preocupes.
Estarei a viver sem culpas, sem viver amedrontada.
O que, agora, vês em mim é o meu tudo. 
Porque antes querer viver tudo do que acabar por morrer sem nada."

(Só que não)


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Espanholada

Em tempos não era apreciadora desta "iguaria"...talvez porque não preenchesse as medidas de uma mão masculina, assim como gostaria.
Mas com o passar dos anos, uns quilitos a mais, julgo que me vieram favorecer algumas partes do meu corpo, das quais eu até nem achava muito atrativas. E é com uma satisfação enorme que hoje, ao praticar esta "modalidade", reparo que até gosto de proporcionar prazer desta forma.
Mudam-se os tempos, aperfeiçoam-se as vontades.


quarta-feira, 15 de novembro de 2017

As cinquenta sombras livre

Sim, também fui das que leu os livros todos com algum entusiasmo à flor da pele e vi os filmes com alguma decepção à mistura. Mas, com ou sem decepção também vou ser uma das que não vai perder o terceiro e último capítulo cinematográfico desta saga.
Venha ele, para que eu possa avaliar e quem sabe, tirar algumas dicas para a vida real.


terça-feira, 14 de novembro de 2017

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Ainda andas aqui

Na maior parte dos dias, acordo contigo no pensamento. 
Hoje, mais uma vez, foi um desses dias, deixei-me arrastar pela imaginação que teimava em querer que fosses tu a minha companhia.
Quis-te aqui ao pé de mim, como nunca, desejei-te aqui ao meu lado, entre os meus lençóis, bem encostadinho daquela forma que só nós sabemos. Imaginei-te em cima de mim, com o olhar cheio de desejo cravado nos meus olhos, enquanto eu me ajusto ao teu corpo e nos deixamos levar até ao êxtase.
Abro os olhos, e vejo que afinal não estavas em cima de mim, ia jurar que quase senti o teu cheiro. Volto a fechá-los na esperança de não te perder no meu pensamento e com as minhas próprias mãos, faço aquilo que desejava que fosses tu a fazê-lo.


quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Das coisas difíceis

Difícil é encontrar quem nos olhe devagar...e entenda o que nos vai na alma, sem proferirmos uma única palavra.